Contos Waldryano

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Identidade

Identidade
Um conto de Ficção científica Comum creative

Sentou. Sentiu o vento forte incomodar-lhe os olhos. Respiração ofegante, mãos trêmulas, garganta seca, suor na face, coração acelerado. Permaneceu calado. Ergueu a cabeça, fitou o firmamento. Era impossível esquecer o frenesi de instantes atrás.

Armas em punho, olhos nos olhos, o frio na barriga de todo embate prestes a começar. Lançou-se sobre o ágil inimigo que esquivou com facilidade e contra-atacou. Defendeu-se com destreza. O sorriso maquiavélico nos lábios do inimigo davam sinais de uma batalha desigual. A fluidez dos movimentos do seu rival era impressionante. Ataques, defesas e esquivas iam se somando dois lados sem sucesso. Respirou fundo, hesitou. Grande distância entre os dois. Com um enorme salto foi atacado, defendeu o golpe com a braçadeira do braço direito, fazendo a arma do inimigo deslizar para fora de seu corpo.
Tão forte o ataque desferido fez com que a sua lâmina fosse ao chão bem como aquele que a carregava.
Olhos estalados, coração batendo forte, rastejando de costas para fugir do fim que se aproxima. Anos de treinamento, meses nessa missão e tudo isso para que? Morrer estupidamente há centenas de milhares de quilômetros da sua terra natal? Nem ao menos seu corpo será levado embora dali. Armas brancas não eram sua especialidade. Pensamentos sombrios.
Do lado oposto de pé e triunfante, ar zombeteiro. Uniu suas lâminas. As rodeava com maestria. Dará fim a mais um inimigo da coroa, seu velho e cansado pai ficará orgulhoso. Futuramente o reinado será seu. Não só aquela nação mas também várias outras. O futuro lhe pertence.
O som de seu sabre, agora único, cortando o ar se misturam a sua voz:
— Olhe nos meus olhos e sinta a alegria da misericórdia. Será morto pela lâmina de uma reles princesa de uma pequena nação de um planeta -anao, esperava um pouco mais de você, viajante perdido- foi o que disse a voz rouca e irônica antes do salto final.
Enterrou suas lâminas no peito do seu algoz, sorriu. Doce engano era apenas o exoesqueleto bio-mecânico e estava vazio. Fora dele o homem era talvez a metade do tamanho da magnífica criatura, o sorriso deu lugar ao embaraço e em seguida ao desespero. Tentava se desvencilhar do exoesqueleto prestes a explodir.
— Talvez isso seja um pouco mais minha princesa? Disse sarcástico. Acionou os propulsores. Já estava do lado de fora quando tudo foi para os ares. A explosão colocou abaixo o grande palácio suspenso e pôs fim a mais uma empreitada.

Aquela não era a primeira vez que matava alguém, mas com certeza era a primeira vez que estava tão perto da morte e enfrentava um inimigo tão hábil. Também era a primeira vez que foi convocado para uma missão especial depois do duro treinamento a que foi submetido. Pela primeira vez atuava sozinho em solo hostil.

Seguiu olhando as estrelas. O imenso satélite do pequeno planeta davam uma aparência ainda mais fenomenal aquela noite estrelada. Ficou ali pensando de qual lugar daqueles ele teria vindo, era difícil distinguir.
Rompeu o silêncio e informou no rádio:
— UC aqui Ecko uno.
— Prossiga Ecko uno- disse a voz mecânica.
— Missão cumprida com alterações.
Ecko uno o comandante deseja lhe falar.
Outra voz entrou no canal de comunicação, parecia preocupada:
— O artefato está com você?
— Sim senhor, comandante.
— Bom trabalho garoto prossiga com a UC.
A voz robótica voltou a linha.
— Qual foi a alteração Ecko uno?
— Tive que explodir o exoesqueleto para cumprir a missão.
Nome e modelo do exoesqueleto, e qual avaria?
Magnuz 176.3.1, explodido e abandonado.
— OK, obrigado e aguarde, a equipe de ex-filtração chegará em breve. Fique em segurança e ligue seu localizador reserva.
— Entendido. Nada mais tenho apago.
— UC desligando.

Escrito por: CosmoKAoS


A semente




Vida na prostituição tem destas coisas. Por mais que você tente se precaver, uma vez ou outra você falha.
Dizia a minha cafetã, que tanto preservava pela nossa "integridade" queria moças belas e sem barriga para poder servir os clientes.
— Você esta atrasada não é? Eu sei, amiga, não adianta esconder você esta grávida, dizia a minha companheira de quarto neste bordel.
E foram meses e meses escondendo o inevitável, realmente era gravidez. Tentei de todos os modos abortar por conta própria, mas não consegui.

Agora com o endereço na mão e uma gestação de três meses, preciso resolver isto e urgente, a vida de prostituta não pode ser paralisada por uma barriga.

Olhando a fila já esta chegando a minha vez. Espero que seja rápido e indolor.
Ao entrar na clínica clandestina assustei com o modo que tratam as moças, é o que tenho para pagar, mas precisava ser tão rústico isto?
Fiz uns exames, e a hora do aborto chegou. Preciso ser rápida, a noite necessito voltar a atender os clientes e a minha cafetina não precisa saber do meu deslize.
O Doutor olhou para o meu exame, conversou com duas pessoas e me convidou para entrar em outra sala.
— Eita, isto não esta me cheirando coisa boa não. 
— Espere aqui, seu caso é um pouco diferente das demais.
Ao adentrar sentei no sofá que era branco e agora parecia-me outra clínica, bem mais moderna do que o muquifo que eu estava.
Uma mulher muito elegante com corte de cabelo Channel veio e me disse:
— Sua genética é rara mocinha, auto imune de várias doenças inclusive venéreas, até mesmo a Aids e o Ebola você é auto imune.
Eu sabia que não pegava resfriado fácil, todavia,Aids? Era demais.
Eu só quero abortar esta criança e voltar para o meu bordel senhorita. E já paguei o procedimento, logo, faça-o preciso voltar pro trampo.
— Você gosta de dinheiro não é?
— Claro, é necessário.
Você nos venderia a sua criança?
— Vender criança? Seria a maluca uma fumante ou drogada? Precisava tirar de mim logo isto aqui.
— Não estou interessada, preciso tirar, o povinho que eu lido, não admite barriga, viu? E até podem me matar, povinho de gueto é deste tipo. Preciso fazer logo o procedimento.
Ela sorriu, veio e passou a mão no meu cabelo, que estava detonado devido a tanta tinta que eu colocava nele.
— É pra tirar queridinha, mas vivo seu filho para um experimento.



Foi assustador, o que veio depois meu filho foi retirado de mim, voltei ilesa para o bordel, e parecia que nem tinha passado por aquela espécie de sucção. Estava com o corpo tão bem delineado quanto dos dias de que não estava embuchada.

Entretanto eu acompanhei o processo e vezes por semana visitava um  laboratório, afim de observar o meu embrião crescer.

— Seu filho é a esperança da humanidade, dizia a Doutora que se afeiçoou por mim.
Olhava na redoma de vidro meu filho tomando líquidos que eram para ser dados pelo meu ventre.

Depois de todos os testes, fui liberada, meu filho e mais alguns filhos de: prostitutas, mulheres camponesas, e diversas outra mulheres do mundo. Foram "embrionados" naquele laboratório.

O anúncio veio. E assustou a todos os moradores da Terra. A rota de colisão era inevitável.

Os embriões foram lançados ao espaço no projeto Gênesis. Somente crianças com uma genética privilegiada sobreviveriam a criogenia.

Iriam desbravar o Universo até o seu local destino. Um planeta que já estava sendo disposto para os novos moradores.

Robôs artificias, com a tecnologia de impressão 3 D faziam a nova casa, no local distante.

Quando o grande dia do Apocalipse da Terra chegou, eu sorri, pois soube que através do meu filho, a vida continuaria.




Better Than us | Critíca série Netflix

Better than Us (Melhor que nós)

série russa original Netflix


( Russo : Лучше, чем люди , estrelado por :  Luchshe, chem lyudi , literalmente Better than Humans ) 

Se trata de uma série de televisão de ficção científica russa criada por Andrey Junkovsky . 
Foi produzido pela Yellow, Black and White em cooperação com a Sputnik Vostok Production  para o canal estatal russo C1R .
A série foi comprada pela Netflix , e é a primeira série russa apresentada como um Netflix Original, sob o título inglês Better than Us . 
Em 16 de agosto de 2019, a primeira temporada se tornou disponível para transmissão nos mercados da Netflix fora da Rússia e da China.
A história se passa em um futuro em que os androides servem a população em várias posições, inclusive substituindo os humanos em alguns empregos. Eles criam filhos e trabalham como motoristas e guardas de segurança. Na China, um androide android é projetado para os homens incomodados pela política do filho único, que resultou em um desequilíbrio de gênero. Arisa é programada para ser esposa de um homem e mãe para filhos adotivos, e para proteger sua família, não é programada com As três leis da robótica de Asimov, mas seu criador morre e ela é vendida fora do país.
Comprada por uma poderosa empresa de robótica, ela acaba matando um homem que tentou molestá-la sexualmente e depois foge. Ela encontra uma garotinha e uma resposta automática ocorre quando ela se torna a guardiã da criança.
A Android segue a família se integrando a ela , e vai tendo uma evolução gradual afinal ela foi projetada para aprender e a convivência com a família a ajuda nestes aspectos de aprendizagem. 
Todavia, há muitos segredos da empresa de robótica, que para garantir a seguridade dos seus negócios escusos, cria uma série de impedimentos afim de tomar novamente a androide Arisa para os seus propósitos.. (fonte Wikipédia En, traduzido)


Uma família em desintegração adquire uma robô de alta tecnologia, desejada por uma corporação, investigadores de homicídio e terroristas.


1. Episódio 51 min
Divorciado, o médico-legista Georgy Safronov luta para manter seus filhos. Victor Toropov, executivo da Cronos, compra Arisa, um avançado protótipo de robô.


2. Episódio 54 min
Vic procura Arisa, que Sonya escondeu na casa dos Safronov. O detetive Varlamov investiga um assassinato ligado aos vigilantes antirrobôs.

3. Episódio 53 min
Safronov pretende devolver a robô perdida, mas Arisa salva a vida de Sonya. Losev, o poderoso sogro de Vic, negocia um acordo que depende da devolução de Arisa.


4. Episódio 53 min
Varlamov se concentra nos dois homens da família Safronov, mas o protesto dos Liquidantes lhe dá mais indícios contra Egor. Arisa tenta proteger sua “família”.

5. Episódio 52 min
Alla volta quando a família tenta tirar Egor da prisão. Vic descobre a ligação entre Arisa e Safronov, com quem ele próprio já tinha uma história.

6. Episódio 52 min
O patrono secreto dos Liquidantes é revelado, e Egor se envolve ainda mais com eles. Vic restitui a carreira de Safronov, que descobre os crimes de seu benfeitor.

7. Episódio 51 min
Depois de tentar ir embora, Alla é ameaçada por Vic. Quando percebe que ele e sua família são cobaias, Safronov busca a ajuda de Varmalov.

8. Episódio 51 min
Safronov e Alla descobrem a verdade sobre as habilidades de Arisa. Gleb faz uma mudança nos Liquidantes. Vic descobre o plano de Svetlana.

9. Episódio 56 min
Com sua família refém dos comparsas de Vic, Safronov acompanha Arisa ao concurso de robôs. Bars e os Liquidantes se infiltram no evento.

10. Episódio 51 min
Arisa desaparece depois do concurso. A polícia, os Liquidantes e os comparsas de Vic a procuram. Safronov tenta libertar sua família.

11. Episódio 50 min
Safronov tenta salvar a vida de Jeanne e é acusado de assassinato. Svetlana ameaça arranhar a imagem de Vic.

12. Episódio 51 min
Bars planeja roubar a cópia de Arisa. Safronov descobre que é procurado, mas recebe a ajuda de Lara – que tem segundas intenções. Vic interna Svetlana.

13. Episódio 51 min
Arisa reinicia, e Lara entra em contato com os seus criadores. Bars e os Liquidantes invadem a Cronos para roubar a cópia de Arisa. Safronov corre para salvar Jeanne.

14. Episódio 53 min
Vic captura Safronov e ameaça matá-lo. Losev descobre a traição de Vic e o paradeiro de Svetlana. Arisa aprende sobre o amor e o sexo.

15. Episódio 55 min
Vic e Safronov vão a um programa de entrevistas. Maslovsky tenta libertar Svetlana da clínica. Arisa precisa fazer uma cirurgia em Lara.

16. Episódio 51 min
A Cronos consegue financiamento para produzir robôs Arisa em massa. Maslovsky apaga a memória dela. Gleb planeja explodir a fábrica e pôr a culpa nos Liquidantes.
infográfico

Teoria das Cordas


Teoria das cordas é um modelo físico matemático onde os blocos fundamentais são objetos extensos unidimensionais, semelhantes a uma corda, e não pontos sem dimensão (partículas), que são a base da física tradicional. Por essa razão, as teorias baseadas na teoria das cordas podem evitar os problemas associados à presença de partículas pontuais (entenda-se de dimensão zero ou nula) em uma teoria física tradicional, sem necessidade de outros objetos que não propriamente cordas —incluindo pontos, membranas e outros objetos de dimensões mais altas.
O estudo da teoria foi iniciado na década de 60 e teve a participação de vários físicos para sua elaboração. Essa teoria propõe unificar toda a física e unir a teoria da relatividade e a teoria quântica numa única estrutura matemática. Embora não esteja totalmente consolidada, a teoria mostra sinais promissores de sua plausibilidade. O interesse na teoria das cordas é dirigido pela grande esperança de que ela possa vir a ser uma teoria de tudo. Ela é uma possível solução do problema da gravitação quântica e, adicionalmente à gravitação, talvez possa naturalmente descrever as interações similares ao eletro magnetismo e outras forças da natureza. As teorias das supercordas incluem os férmions, os blocos de construção da matéria. Não se sabe ainda se a teoria das cordas é capaz de descrever o universo como a precisa coleção de forças e matéria que nós observamos, nem quanta liberdade para escolha destes detalhes a teoria irá permitir. Nenhuma teoria das cordas fez alguma nova predição que possa ser experimentalmente testada.
Imagem ilustrativa da teoria das super cordas

Trabalhos na teoria das cordas têm levado a avanços na matemática, principalmente em geometria algébrica. A teoria das cordas tem também levado a novas descobertas na teoria da supersimetria que poderão ser testadas experimentalmente pelo Grande Colisor de Hádrons. Os novos princípios matemáticos utilizados nesta teoria permitem aos físicos afirmar que o nosso universo possui: 11 dimensões: 3 espaciais (altura, largura e comprimento), 1 temporal (tempo) e 7 dimensões recurvadas (sendo a estas atribuídas outras propriedades como massa e carga elétrica, por exemplo), o que explicaria as características das forças fundamentais da natureza.
Depois de dividir o átomo em prótons, nêutrons e elétrons, os cientistas ainda puderam dividir os prótons e nêutrons em quarks, dos quais existem seis categorias diferentes, das quais apenas dois existem atualmente (up e down), pois os demais (strange, charm, top e bottom) são muito mais massivos e portando decaem muito rapidamente, e que, combinadas, formam todos os tipos de partículas do Universo até hoje previstos.
Por Bruno P. Ramos - Obra do próprio, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=6444140
Níveis de Ampliação: 1.Nível Macroscópico - Matéria; 2.Nível Molecular; 3.Nível Atômico - Prótonsnêutrons, e elétrons; 4.Nível Subatômico - Elétron; 5.Nível Subatômico - Quarks; 6.Nível das Cordas.

O que alguns físicos viram como uma possível solução para este problema foi a criação de uma teoria, ainda não conclusiva, que diz que as partículas primordiais são formadas por energia (não necessariamente um tipo específico de energia, como a elétrica ou nuclear) que, vibrando em diferentes frequências, formaria diferentes partículas. De acordo com a teoria, todas aquelas partículas que considerávamos como elementares, como os quarks e os elétrons, são na realidade filamentos unidimensionais vibrantes, a que os físicos deram o nome de cordas. Ao vibrarem as cordas originam as partículas subatômicas juntamente com as suas propriedades. Para cada partícula subatômica do universo, existe um padrão de vibração particular das cordas. A analogia da teoria consiste em comparar esta energia vibrante com as cordas. As de um violão, por exemplo, ao serem pressionadas em determinado ponto e feitas vibrar produzem diferentes sons, dependendo da posição onde são pressionadas pelo dedo. O mesmo ocorre com qualquer tipo de corda. Da mesma forma, as diferentes vibrações energéticas poderiam produzir diferentes partículas (da mesma forma que uma corda pode produzir diferentes sons sem que sejam necessárias diferentes cordas, uma para cada som).
Depois de formular a teoria da relatividade geral, Einstein dedicou praticamente suas últimas três décadas de vida à tentativa de unificar, numa só teoria, a força eletromagnética e a força gravitacional. Uma proposta a que Einstein se dedicou foi a idealizada, independentemente, pelo físico alemão Theodor Kaluza e o sueco Oskar Klein. Nela, além das três dimensões usuais de altura, largura e comprimento, o espaço teria uma dimensão a mais. Mas, diferentemente das três dimensões em que vivemos, cujos tamanhos são infinitos, a dimensão extra da teoria de Kaluza e Klein teria a forma de um círculo com raio muito pequeno. Partículas andando no sentido horário do círculo teriam carga elétrica negativa (como o elétron), enquanto aquelas se movimentando no sentido anti-horário seriam positivas (como o pósitron). Partículas paradas em relação a essa quarta dimensão espacial teriam carga elétrica zero (como o neutrino).
Embora a teoria de Kaluza e Klein unificasse a força gravitacional com a força eletromagnética, ela ainda era inconsistente com a mecânica quântica. Essa inconsistência só seria resolvida 50 anos mais tarde, com o surgimento de uma nova teoria na qual o conceito de partícula como um ponto sem dimensão seria substituído pelo de objetos unidimensionais. Alguns anos depois uma nova teoria foi criada com o mesmo objetivo, a teoria do Tudo que busca unificar todos os campos da física quântica, a relatividade de Einstein, e o eletromagnetismo com a força da gravidade.

História

Gabriele Veneziano, em 1968, tentando descobrir o sentido de algumas propriedades da força nuclear forte, percebeu que uma fórmula do matemático Leonhard Euler podia descrever todas as propriedades das partículas que possuem interação forte. Com essa descoberta, uma grande quantidade de pesquisas em relação à aplicação da função beta de Euler às partículas de interação forte foram feitas. Contudo, ninguém sabia o motivo da fórmula funcionar. Em 1970, Yoichiro Nambu e Holger Nielsen mostraram que se as partículas elementares fossem formadas de minúsculas cordas vibrantes e unidimensionais, suas interações poderiam ser descritas exatamente pela função de Euler.
A teoria das cordas foi originalmente inventada para explicar as peculiaridades do comportamento do hádron. Em experimentos em aceleradores de partículas, os físicos observaram que o momento angular de um hádron é exatamente proporcional ao quadrado de sua energia. Nenhum modelo simples dos hádrons foi capaz de explicar este tipo de relação. Um dos modelos rejeitados tenta explicar os hádrons como conjuntos de partículas menores mantidas juntas através de forças similares à força elástica. A fim de considerar estas "trajetórias de Regge" os físicos voltaram-se para um modelo onde cada hádron era de fato uma corda rotatória, movendo-se de acordo com a teoria da relatividade especial de Einstein. Isto levou ao desenvolvimento da teoria bosônica das cordas, que ainda é, geralmente, a primeira versão a ser ensinada aos estudantes. A necessidade original de uma teoria viável para os hádrons foi completamente preenchida pela cromodinâmica quântica, a teoria dos quarks e suas interações. Tem-se a esperança agora que a teoria das cordas ou algumas de suas descendentes irão prover uma compreensão mais fundamental dos quarks em si.

A teoria bosônica das cordas é formulada em termos da ação Nambu-Goto, uma quantidade matemática que pode ser usada para predizer como as cordas se movem através do espaço e do tempo. Pela aplicação das ideias da mecânica quântica às ações Nambu-Goto — um procedimento conhecido como quantização — pode-se deduzir que cada corda pode vibrar em muitos diferentes modos, e que cada estado vibracional representa uma partícula diferente. A massa da partícula e a maneira que ela pode interagir são determinadas pela forma de vibração da corda — em essência, pela "nota" que a corda produz. A escala de notas, cada uma correspondente a um diferente tipo de partícula, é denominada o "espectro" da teoria.

Em termos da teoria de perturbação de acoplamento fraco parece haver apenas cinco consistentes teorias das supercordas conhecidas como: Tipo ITipo IIA, Tipo IIBTipo Heterótica SO(32) e Heterótica E8×E8.

Estes modelos iniciais incluem cordas abertas, que têm duas pontas distintas, e cordas fechadas, onde as pontas são juntas de forma a fazer uma volta completa. Os dois tipos de corda diferem ligeiramente no comportamento, apresentando dois espectros. Nem todas as teorias de cordas modernas usam estes dois tipos; algumas incorporam somente a variedade fechada.
Entretanto, a teoria bosônica tem problemas. Mais importante, como o nome implica, o espectro de partículas contém somente bósons, partículas como o fóton, que obedecem regras particulares de comportamento. Ainda que os bósons sejam um ingrediente crítico do universo, eles não são o únicos constituintes. Investigações de como uma teoria poderia incluir férmions em seu espectro levaram à supersimetria, uma relação matemática entre os bósons e férmions, que agora forma uma área independente de estudo. As teorias de cordas que incluem vibrações de férmions são agora conhecidas como teorias das supercordas. Vários tipos diferentes de supercordas têm sido descritos.
Nos anos 90, Edward Witten e outros encontraram fortes evidências de que as diferentes teorias de supercordas eram limites diferentes de uma teoria desconhecida em 11 dimensões, chamada de Teoria-M. Esta descoberta foi a espoleta da segunda revolução das supercordas. Vários significados para a letra "M" têm sido propostos; físicos jocosamente afirmam que o verdadeiro significado só será revelado quando a teoria final for compreendida.
Muitos dos desenvolvimentos recentes nestes campos relacionam-se às D-branas, objetos que os físicos descobriram que também devem ser incluídos em qualquer teoria de cordas abertas.

Sobre as Propriedades

O termo "teoria das cordas" pode referir-se tanto à teoria bosônica das cordas, com 26 dimensões, como à teoria das supercordas, descoberta pela adição da supersimetria, com suas 10 dimensões. Atualmente, o termo "teoria das cordas" usualmente refere-se à variante supersimétrica, enquanto as anteriores são designadas pelo nome completo "teoria bosônica das cordas'.
Enquanto a compreensão de detalhes das teorias das cordas e supercordas requer uma considerável sofisticação matemática, algumas propriedades qualitativas das cordas quânticas podem ser compreendidas de forma intuitiva. Por exemplo, cordas quânticas têm tensão, da mesma forma que um barbante. Esta tensão é considerada um parâmetro fundamental da teoria e está intimamente relacionada ao seu tamanho. Considere uma corda em loop fechado, abandonada para se mover através do espaço sem forças externas. Esta tensão tenderá a contraí-la cada vez mais para um loop menor. A intuição clássica sugere que ela deva encolher até um simples ponto, mas isto violaria o Princípio da incerteza de Heisenberg. O tamanho característico do loop da corda é um equilíbrio entre a força de tensão, atuando para reduzi-lo, e o princípio da incerteza, que procura mantê-lo aberto. Consequentemente, o tamanho mínimo de uma corda deve estar relacionado com a tensão que ela sofre.

As Dimensões Extras

Um aspecto intrigante da teoria das cordas é que ela prediz o número de dimensões que o universo deve possuir. Nada na teoria de Maxwell do eletromagnetismo ou na Teoria da Relatividade de Einstein faz qualquer tipo de predição a este respeito. Estas teorias requerem que o físico insira o número de dimensões "na mão". A primeira pessoa a adicionar uma quinta dimensão na teoria da relatividade foi o matemático alemão Theodor Kaluza em 1919. A razão para que a quinta dimensão não seja observável (sua compactação) foi sugerida pelo físico sueco Oskar Klein em 1926.
Ao invés disto, a teoria das cordas permite calcular o número de dimensões espaço-temporais a partir de seus princípios fundamentais. Tecnicamente, isto acontece porque a invariância de Lorentz só pode ser satisfeita em um certo número de dimensões. Isto é, grosso modo, como dizer que se nós medíssemos a distância entre dois pontos, então girássemos nosso observador para um novo ângulo e a medíssemos novamente, a distância observada somente permaneceria a mesma se o universo tivesse um número particular de dimensões.
O único problema é que quando este cálculo é feito, o número de dimensões do universo não é quatro como esperado (três eixos espaciais e um no tempo), mas vinte e seis. Mais precisamente, a teoria bosônica das cordas tem 26 dimensões, enquanto a teoria das supercordas e a Teoria-M envolvem em torno de 10 ou 11 dimensões. Na teoria de Rambu, as 26 dimensões vêm da equação:
 [1-(D-2)/24]=0} [1-(D-2)/24]=0
Contudo, este modelo parece contradizer fenômenos observados. Físicos usualmente resolvem este problema de duas formas diferentes. A primeira é a compactação das dimensões extras, i.e., as 6 ou 7 dimensões extras são tão pequenas que não são detectadas em nossos experimentos. Obtém-se a solução de modelos hexadimensionais espaços Calabi-Yau. Em 7 dimensões, elas são chamadas distribuições G2. Essencialmente estas dimensões extras estão "compactadas" pelo seu enrolamento sobre elas mesmas.
Uma analogia padrão para isto é considerar um espaço multidimensional como uma mangueira de jardim. Se você observar a mangueira de uma distância considerável, ela aparenta ter somente uma dimensão, o comprimento. Isso é semelhante às quatro dimensões macroscópicas com as quais estamos acostumados a lidar em nosso dia a dia. Se, no entanto, nos aproximarmos o suficiente da mangueira, descobrimos que ela contém uma segunda dimensão, sua circunferência. Esta "dimensão extra" é somente visível dentro de uma área relativamente próxima da mangueira, justo como as dimensões extras do espaço Calabi-Yau são visíveis a distâncias extremamente pequenas e, portanto não são facilmente detectáveis.
Certamente, cada mangueira de jardim existe nas 3 dimensões espaciais, mas por propósito de analogia, pode-se negligenciar a espessura e considerar somente a noção de superfície da mangueira. Um ponto na superfície da mangueira pode ser especificado por dois números, uma distância ao longo da circunferência, tal como um ponto da superfície da Terra pode ser especificado pela latitude e longitude. Em ambos os casos, diz-se que o objeto tem duas dimensões espaciais. Como a Terra, mangueiras de jardim possuem um interior, uma região que requer uma dimensão extra. No entanto, diferentemente da Terra, um espaço de Calabi-Yau não tem interior.
Outras possibilidades é que nós estejamos presos em subespaço com 3+1 dimensões de um universo com mais dimensões, onde o "3+1" faz-nos lembrar que o tempo é um tipo diferente de dimensão espacial. Como isso envolve objetos chamados D-branas, esta teoria é conhecida como mundo de brana.
Em ambos os casos, a gravidade atuando nas dimensões ocultas produz as outras forças não-gravitacionais tais como o eletromagnetismo. Em princípio, portanto, é possível deduzir a natureza destas dimensões extras pela necessidade de consistência com o modelo padrão, mas esta não é ainda uma possibilidade prática.

Dualidade

Um fato notável sobre a teoria das cordas é que as diferentes versões da teoria se revelam relacionadas de maneira altamente não trivial. Uma das relações que existem entre diferentes teorias é chamada de S-dualidade. Esta é uma relação que diz que uma coleção de partículas interagindo em uma teoria pode, em alguns casos, ser vista como uma coleção de partículas de interação fraca em uma teoria completamente diferente. Em termos aproximados, diz-se que uma coleção de partículas interage fortemente se eles se combinam e se deterioram com frequência e interagem fracamente, se o fizerem com pouca frequência. A teoria das cordas de tipo I acaba por ser equivalente pela S-dualidade à teoria de cordas heteróticas SO (32). Da mesma forma, a teoria das cordas do tipo IIB está relacionada a si mesma de forma não trivial pela S-dualidade.

Outro relacionamento entre diferentes teorias é a dualidade T. Aqui, considerou-se que as cordas se propagavam em torno de uma dimensão extra circular. A dualidade T indica que a cadeia que se propaga em torno de um círculo de raio R é equivalente a uma cadeia que se propaga em torno de um círculo de raio 1 / R no sentido de que todas as quantidades observáveis ​​em uma descrição são identificadas com quantidades na descrição dupla. Por exemplo, a corda tem momento à medida que se propaga em torno de um círculo, e também poder serpentear ao redor do círculo uma ou mais vezes. O número de vezes que a corda serpenteia ao redor de um círculo é chamado de número de enrolamento. Se a corda tiver o momento p e o número de enrolamento n em uma descrição, ele terá momento n e número de enrolamento p na descrição dupla. Por exemplo, a teoria de cordas do tipo IIA é equivalente à teoria das cordas do tipo IIB através da dualidade T, e as duas versões da teoria das cordas heteróticas também são relacionadas pela dualidade T.

Em geral, o termo dualidade refere-se a uma situação em que dois sistemas físicos aparentemente diferentes tornam-se equivalentes de maneira não trivial. Duas teorias relacionadas por uma dualidade não precisam ser parte da teorias das cordas. Por exemplo, a dualidade de Montonen-Olive é um exemplo de uma relação de S-dualidade entre teorias do campos quânticos. A correspondência AdS / CFT é um exemplo de uma dualidade que relaciona a teoria das cordas com uma teoria do campo quântico. Se duas teorias estão relacionadas a uma dualidade, isso significa que uma teoria pode ser transformada de alguma forma, de modo que ela acaba aparecendo como a outra teoria. As duas teorias são, então, ditas duais dentro da transformação. Dito de outra forma, as duas teorias são descrições matematicamente diferentes dos mesmos fenômenos.

Dilema dos três quartos

Um dos avanços mais significativos na teoria das cordas sugere que tanto os buracos negros quanto a matéria são aproximadamente dois lados da mesma moeda. Essa dualidade permitiu aos pesquisadores mapear as propriedades da matéria (como pressão) à pressão dos buracos negros encontrados na relatividade geral de Einstein, o que abriria a teoria das cordas para uma exploração matemática ainda maior. No entanto, após mais de 20 anos da descoberta dessa dualidade, os teóricos das cordas têm tentado esclarecer esse obstáculo com equações progressivamente mais complicadas. Toda vez que eles comparam essa dualidade, todos obtêm o mesmo resultado: a energia livre (a habilidade de um sistema de fazer o trabalho) a partir de uma forte interação (ou acoplamento) dos dois é aproximadamente três quartos da força do acoplamento fraco.
Paul Romatschke, em 2019, inventou um conjunto alternativo de ferramentas para aqueles que criaram o dilema de três quartos da teoria das cordas. Romatschke trabalhou em um mundo que só tem duas dimensões. Usando algumas das equações de pesquisas existentes sobre o assunto, bem como técnicas modernas de teoria de campo quântico, ele conseguiu provar que existe uma relação forçando a matéria (neste caso, a pressão) a interagir da interação zero à interação infinita. Romatschke descobriu que a pressão do acoplamento infinito é exatamente quatro quintos do que em acoplamentos nulos. Isso implica não apenas uma conexão mais forte nessa dimensão menor do que a encontrada anteriormente, mas também pode fornecer uma abordagem padrão para resolver esses tipos de quebra-cabeças.

Branas

Na teoria das cordas e outras teorias relacionadas, uma brana é um objeto físico que generaliza a noção de uma partícula pontual para dimensões superiores. Por exemplo, uma partícula pontual pode ser vista como uma brana de dimensão zero, enquanto uma corda pode ser vista como uma brana de dimensão um. Também é possível considerar branas de maior dimensão. Na dimensão p, estes são chamados p-branas. A palavra brana vem da palavra "membrana" que se refere a uma brana bidimensional.
Branas são objetos dinâmicos que podem se propagar através do espaço-tempo de acordo com as regras da mecânica quântica. Eles têm massa e podem ter outros atributos como carga. Uma p-brana varre um volume dimensional (p + 1) no espaço-tempo chamado de seu volume-mundo. Os físicos frequentemente estudam campos análogos ao campo eletromagnético em que vivem o volume-mundo de uma brana.
Na teoria das cordas, as D-branas são uma classe importante de branas que surgem quando se considera as cordas abertas. À medida que uma corda aberta se propaga através do espaço-tempo, seus pontos de extremidade são obrigados a residir em um D-brana. A letra "D" em D-brana refere-se a uma certa condição matemática no sistema conhecido como condição de contorno de Dirichlet. O estudo de D-branas na teoria das cordas levou a resultados importantes, como a correspondência AdS / CFT, que revelou muitos problemas na teoria do campo quântico.
Teoria-M
Antes de 1995, os teóricos acreditavam que havia cinco versões consistentes da teoria das supercordas (tipo I, tipo IIA, tipo IIB e duas versões da teoria das cordas heteróticas). Esse entendimento mudou em 1995, quando Edward Witten sugeriu que as cinco teorias eram apenas casos limitantes especiais de uma teoria de onze dimensões chamada Teoria-M. A conjectura de Witten baseou-se no trabalho de vários outros físicos, incluindo Ashoke Sen, Chris Hull, Paul Townsend e Michael Duff. Seu anúncio levou a uma agitação de atividade de pesquisa agora conhecida como a segunda revolução das supercordas.

Problemas

A teoria das cordas permanece não verificada. Nenhuma versão da teoria das cordas fez ainda uma predição diferente de alguma feita por outras teorias; ao menos, nenhuma que pudesse ser verificada por um experimento atualmente realizável. Neste sentido, a teoria das cordas está em "estado larval": ela possui muitos aspetos de interesse matemático, e isto ainda deve se tornar de suprema importância para nossa compreensão do universo, mas isto ainda vai requerer mais desenvolvimentos para ser aceito ou negado. Uma vez que a teoria das cordas não possa ser testada em um futuro próximo, alguns cientistas têm se perguntado se ela merece mesmo ser chamada de uma teoria científica: ela não é ainda um teoria rejeitável ou falseável no sentido dado por Popper.
Isto não significa que ela seja a única teoria corrente que começou a ser desenvolvida que oferece estas dificuldades. Muitos novos desenvolvimentos podem passar através de um estágio de incerteza antes de se tornarem conclusivamente aprovados ou rejeitados. Como assinalado por Richard Feynman em The Character of Physical Law, o teste chave da teoria científica é se suas consequências concordam com as medições que obtivemos do experimento. Isto significa que não importa quem inventou a teoria, "qual é o seu nome", ou mesmo qual apelo estético a teoria venha ter. "Se ela não está de acordo como os experimentos, ela está errada." (Certamente, haveria outras possibilidades: alguma coisa pode estar errada com os experimentos, ou talvez tenha se cometido um erro ao prever as consequências da teoria. Todas estas possibilidades devem ser verificadas, o que pode tomar um tempo considerável). Estes desenvolvimentos podem se dar na teoria em si, tais como novos métodos de realizar os cálculos e produzir previsões, ou devem ocorrer nos experimentos em si, que passam a exibir quantidades antes imensuráveis.
A humanidade não tem atualmente tecnologia para observar as cordas (que se acredita terem aproximadamente o Comprimento de Planck, em torno de 10−35 m). Em algum momento poderemos ser capazes de observar as cordas de uma forma significativa, ou ao menos obter uma percepção mais substancial pela observação de fenômenos cosmológicos que elucidem a física das cordas.
No início dos anos 2000, teóricos da teoria das cordas retomaram seu interesse em um velho conceito, a corda cósmica. Originalmente discutida nos anos 1980, cordas cósmicas são objetos diferentes em relação às entidades da teoria das supercordas. Por vários anos, cordas cósmicas eram um modelo popular para explicar vários fenômenos cosmológicos, tais como o caminho que foi seguido para a formação das galáxias no início do universo. Apesar disso, novos experimentos — em particular medições detalhadas da radiação cósmica de fundo em micro-ondas — falharam em apoiar as predições do modelo da corda cósmica e ela saiu de moda. Se tais objetos existiram, eles devem ser raros e bem esparsos. Vários anos mais tarde, foi apontado que a expansão do universo poderia ter esticado a corda fundamental (do mesmo tipo considerado pela teoria das supercordas) até que ela atingisse o tamanho intergaláctico. Tal corda esticada pode exibir muitas propriedades da variação da velha corda "cósmica", tornando os velhos cálculos úteis novamente. Além disto, as teorias modernas das supercordas oferecem outros objetos que poderiam ter uma razoável semelhança com cordas cósmicas, tais como D-branas unidimensionais altamente alongadas (conhecidas como "D-cordas"). Como o teórico Tom Kibble comenta, "cosmologistas da teoria das cordas têm descoberto cordas cósmicas observando em todos os lugares escondidos". Velhas propostas para detecção de cordas cósmicas podem agora ser usadas para investigar a teoria das supercordas. Por exemplo, astrônomos têm também detetado uns poucos casos do que podem ser lentes gravitacionais induzidas por cordas.
Super-cordas, D-cordas ou outros tipos de corda esticadas na escala intergaláctica devem irradiar ondas gravitacionais, que podem ser presumivelmente detetadas usando experimentos como o LIGO. Elas também devem causar ligeiras irregularidades na radiação de micro-ondas de fundo, muito sutis para terem sido detetadas ainda, mas na esfera das possíveis observações no futuro.
Embora intrigantes, estes propósitos cosmológicos falham em um sentido: testar uma teoria requer que o teste seja capaz de derrubar (ou provar falsa) uma teoria. Por exemplo, se a observação do Sol durante um eclipse não tivesse mostrado que a gravidade é capaz de desviar a luz, teria sido provado que a teoria da relatividade geral de Einstein era falsa (eliminando, é claro, a chance de erro experimental). Não encontrar cordas cósmicas não demonstraria que a teoria das cordas é fundamentalmente errada — meramente que a ideia particular de uma corda altamente esticada atuando "cosmicamente" é um erro. Enquanto muitas medições podem, em princípio, ser feitas para sugerir que a teoria das cordas está no caminho certo, os cientistas ainda não divisaram um "teste" confiável.
Em um nível mais matemático, outro problema é que, como a teoria quântica de campos, muito da teoria das cordas é ainda somente formulado através da técnica da perturbação (isto é, como uma série de aproximações ao invés de uma solução exata). Embora técnicas não-perturbativas tenham tido um progresso considerável — incluindo definições de conjeturas completas envolvendo tempo-espaço satisfazendo princípios assintóticos — a definição de uma teoria não-perturbativa completa é uma lacuna a ser preenchida.

Fonte: Wikipédia




Colisão

As teorias de Einstein
Estavam corretas
E uma colisão acontecerá

Bom vamos por partes
Enquanto a inspiração ao poema me autorizar

Isaac Newton
Comeu uma maçã e ela cai certo?

🍎

Aquela queda boba mudou a história...

... Viaje comigo é importante,

Se você jogar uma maçã
Ela cairá no chão certo?

😮

Se jogar com a força do super homem, mais forte que a bala mais rápida que perfura gentes na Rocinha

Rápido mesmo

A maçã vai sair fora da Terra
Confuso?

Calma é importante pra você elucidar uma charada...

Fora da Terra a maçã estará na orbita do planeta

🌎

Pirou o coitado
Você deve de estar pensando...

E fora do planeta a maçã ficará em queda livre eterna
Isto que acontece com os satélites
Amiguinho

Se eles fossem soltos aqui na Terra
(Os satélites e a nossa maçã)

Cairiam pela força da gravidade da Terra

🍃

Até uma boba folha cai

No espaço a boba folha não cairia
Nem a maçã
Nem o satélite
Ficariam orbitando alguma coisa que tem massa

Em uma queda livre elíptica
Redonda mesmo
😱

Entender tal conceito

Faz você entender

Os anéis de Saturno

E principalmente a lua
Que orbita a Terra
Trazendo a vida

Lembra das marés?
Tem o dedinho da Lua nelas

E o Sol?
A massa do Sol
É imensa

Orbitamos em uma queda livre nele
De um modo elíptico perfeito

Que nos trás a vida

Entendendo o conceito
Maçã de Isaac Newton
Que ela cai

🍎


E algo puxa ela pra baixo
Por ter uma massa imensa que faz isto

Você entende do que se trata esta tal de gravidade

E entendendo esta da maçã
Que se fosse jogada pra fora da Terra

Você entende sobre
A queda livre elíptica que se mantém
Pelo fato da massa da Terra
Ser o ímã
Que torna esta minha maluca explicação possível

Graças aos satélites e afins
Gps e Wifi chegam até você

Agora retomando o tema colisão

Se algo se mantem em 
«Queda livre»
No espaço
Em um movimento elíptico (rodeando a bagaça)

Venho te contar uma informação da Nasa pra você

Um asteroide acabou de fazer sua rota elíptica bem perto da Terra
Quase estivemos em Rota de colisão

Que bom nossa geração se livrou da extinção
Falacia? Veja o link

Fui... 


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