A Casa Assombrada 02 (Lucas José)

Escrito por Lucas José

Morfeu, a entidade-fantasma ainda assombrava a casa 666 da rua: “Seringal do Rio Verde”. As crianças que moravam na rua sempre olhavam assustadas quando estavam próximas à casa velha, e falavam sobre ela. Um dia, 5 crianças em torno de 10 a 11 anos, que voltavam da escola: “Francisco de Paula”, acabaram dando de cara com a casa velha, e um deles propôs um desafio...
- Eu desafio a todos, incluindo eu, Brian, a entrar na casa e ficar o máximo de tempo possível, cada um entra uma vez e o que ficar mais tempo lá, é o mais corajoso, e lógico, quem ficar por lá, menos tempo, é o mais medroso. – Disse Brian.
- Não, é perigoso, dizem que tem uma criatura morando lá, um monstro ou um fantasma assombrando essa casa. – Diz Maria Luísa.
- Vocês brancos são muito medrosos, é o que meu pai sempre diz. – Disse Brian.
- Eu não sou medroso. – Diz Felipe.
- Você é um gordo, Felipe, aposto que não dura um segundo lá. – Diz Brian.
- Eu não entro lá, tenho muito medo. – Diz Arthur.
- Você é o mais medroso de todos, Arthur, você não consegue nem chegar lá e abrir a porta, porque você, quando for abrir a porta vai desmaiar antes de abrir. – Diz Brian. – São todos medrosos.
- Não se preocupe, Arthur, eu posso ir com você, aí a gente fica junto e um protege o outro. – Diz Maria Luísa.
- Acho que isso não é uma boa ideia, dizem que havia um casal que tentou morar nessa casa, eles foram atacados, chamaram um policial, um padre e três paranormais, mas todos foram atacados pela criatura e por fim, o casal desistiu de morar na casa, até tentaram vende-la para recuperar o dinheiro, mas ninguém quis comprar sabendo da fama que essa casa tem. – Diz Ana Clara.
- Então é assim, ninguém vai ir né, vocês são uns bandos de medrosos, perdedores, não conseguem ganhar um desafio, tudo porque são perdedores, medrosos. – Diz Brian.
- Eu vou provar que não sou medrosa, e tem mais, vou mostrar que você, Brian, é um perdedor e um medroso, vou ficar por lá mais tempo do que você, eu, uma garota, derrotando você, um garoto. – Diz Maria Luísa.
Maria Luísa ia entrar na casa quando Arthur chega e pega na mão dela.
- Se você vai eu vou com você, sério, estou morrendo de medo, mas você disse que iria comigo, então vamos juntos, eu te protejo e você me protege, certo?
- Certo! – Diz Maria Luísa.
Arthur e Maria Luísa entram na casa assombrada, eles andam explorando o lugar, entram na cozinha, e curioso, Arthur abre a geladeira e encontra lá, uma cabeça humana...
- Maria! Tem uma cabeça aqui na geladeira, uma cabeça fora do corpo.
Maria Luísa vê a cabeça e grita de medo.
- Isso já deu, vamos embora daqui rápido!
Os dois correm para abrir a porta, mas a porta está trancada.
- Ei, por favor, abram a porta! – Eles gritavam, mas ninguém abria.
Um grito maligno é ouvido por eles, eles olham para ver o que é, duas bolas vermelhas são arremessadas em direção a eles acertando suas caras, quando olham um para o outro, viam cara de palhaços e gritavam de medo.
- Há, há, há... Crianças! Palhacinhos, vamos brincar de circo.
Um ser humanoide com mãos afiadas e olhos vermelhos que brilhavam na escuridão aparece diante das duas crianças que estavam com cara de palhaços. As duas crianças gritavam de medo enquanto viam aquele ambiente mudar diante de seus olhos. Aquele lugar tinha se transformado num circo, com trapezistas, malabaristas, mágicos, bailarinas, domadores de leões e... Palhaços!
- Crianças adoram circos, há, há, há, é tão divertido. – Disse a criatura. – Querem algodão doce? Maçã do amor? Pipoca? Eu adoro pipoca!
As crianças tentam abrir a porta, mas não conseguem, eles tentam correr, mas a criatura aparece em frente a eles.
- Não podem correr, não podem fugir, não podem escapar... De Morfeu! Há, há, há...
Um atirador de facas joga facas em direção as duas crianças, as facas quase acertam os dois, um engolidor de espadas engole uma espada cortando a própria garganta, as duas crianças viram quando o sangue espirrou de sua boca enquanto ele caia ao chão, as crianças gritavam de medo. 3 Leões aparecem e ficam rodeando as duas crianças, os leões rugiam para intimidar eles, e por fim, os leões avançaram para ataca-los, quando estavam perto de tocá-los, os leões desaparecem, o circo desaparece e a porta se abre sozinha, Arthur e Maria Luísa não perdem tempo e vão embora daquela casa chorando com o coração na mão.
Brian, o garoto negro, ao ver os dois com a cara pintada, fica indignado.
- Mas o que é isso? É o Patatá e a Patati! – Ele diz.
- Não é assim que se fala, é Patati e Patatá. – Diz Ana Clara.
Arthur e Maria Luísa estavam muito assustados.
- Não entram naquela casa, tem uma criatura horrível lá, um monstro assustador e horripilante. – Disse Maria Luísa.
- Isso, e tem um circo, leões, facas, algodão doce... – Dizia Arthur.
- Algodão doce?! – Diz Brian. – Isso não dá medo nenhum, não daria certo em um filme de terror, seria um fracasso!
- Lá tem algodão doce? Gostei, eu vou ser o próximo a entrar na casa. – Disse Felipe.
- Você já é gordo, tá querendo engordar mais é? – Disse Brian.
- Sério, não entra lá Felipe, você irá se arrepender. – Disse Maria Luísa.
- Se lá tem comida, eu vou lá e vou comer...
- Não abra a geladeira. – Disse Arthur.
- É o primeiro lugar que vou abrir. – Disse Felipe.
Felipe entra na casa...
- Vocês ficaram lá por vinte minutos, eu cronometrei. – Disse Brian.
Felipe, o menino gordo se depara com uma mesa farta de guloseimas deliciosas que estavam próximas a entrada da casa, ele pega a coxa de frango e abocanha comendo em menos de um minuto.
- Que fome!
Ele olha os salgados, coxinhas, pastéis, bolinho de queijo, rissole, e come uma coxinha e um rissole, em seguida arregala os olhos nos doces, bombons, brigadeiro, beijinhos e um bolo delicioso, ele come dois brigadeiros, dois beijinhos e pega um pedação grande de bolo e manda a ver naquele pedaço de bolo.
- Acho que não aguento mais...
Felipe ouve uma risada maquiavélica, uma cadeira aparece de repente atrás dele e um vento forte o empurra para a cadeira, ao sentar na cadeira contra sua própria vontade, um cinto que apareceu de repente o prende sobre a cadeira e ele não consegue se soltar.
- Mas o que está acontecendo?
O que se passa sobre seus olhos em seguida o deixou aterrorizado, uma criatura sombria com mãos afiadas e olhos vermelhos que brilhavam na escuridão, estava ali a sua frente.
- Então você é um menino que gosta de comer né, o que achou do meu banquete? Um banquete especial para um convidado especial. – Disse Morfeu. – Mas se pensa que acabou, está muito enganado, hora do segundo round!
Morfeu pega os doces com suas mãos afiadas e coloca na boca de Felipe fazendo ele engolir tudo goela a baixo.
- E tem mais, há, há, há...
Sobre a mesa aparece vários alimentos os quais o garoto odiava, quiabo, chuchu, abóbora, jiló... Morfeu vai colocando tudo dentro da boca do garoto fazendo-o engolir tudo, quando Morfeu coloca o quiabo gosmento na boca do garoto, ele vomita...
- Menino gordo precisa comer vitaminas, frutas, legumes, verduras e bastante salada, para ficar magro, forte e músculo, assim a criança crescerá de forma saudável e sadia. – Dizia Morfeu.
Os legumes e verduras desapareceram da mesa e em seu lugar apareceu, vermes, minhocas, formigas, moscas mortas, aranhas pequenas... Morfeu fez Felipe comer vermes e minhocas e o garoto gritava por socorro.
- O que acha dessa refeição garoto? Delicioso, não? Muito suculento e saudável, vermes e minhocas fazem bem para a saúde... Há, há, há...
Felipe estava tão pesado que a cadeira quebra com seu peso, e em fim solto, Felipe tenta correr para chegar até a porta, mas antes que pudesse alcançar a porta, mãos apareciam sobre o chão e pegavam a perna de Felipe, em seguida, cabeças iam se formando sobre o chão, e mordiam as pernas de Felipe que gritava de dor, um zumbi, macilento aparece rastejando sobre o chão e segura a perna de Felipe que cai ao chão, o zumbi ia se aproximando mais e mais, chegando mais perto a cada segundo, quando o zumbi chega em sua coxa, morde sem piedade...
- Ah! Hora, hora, hora, o que temos aqui, uma criança gorda muito suculenta e nutritiva, é bom para o cérebro, para cérebro de zumbi, há, há, há...
O zumbi e as mãos sobre o chão desapareceram, Felipe se levanta do chão, apavorado. A porta se abre...
- Anda logo garoto, já brincamos demais, foi muito divertido, mas já estou aborrecido com você, vaza, antes que eu me arrependa, vai logo se não quiser morrer...
Felipe corre o máximo que pode para sair daquela casa maldita, todos se perguntavam o que teria acontecido com ele lá.
- Você tá parecendo um porco num chiqueiro, tá todo sujo, e isso é... Vômito! Que nojo! – Disse Brian.
- Que cheiro horrível! – Diz Ana Clara.
- Estão vendo, estão vendo?! É esse tipo de coisa que acontece quando você entra lá. – Disse Maria Luísa.
Felipe estava muito assustado.
- Tinha uma mesa cheia de comida lá, tinha frango, coxinha, brigadeiro, bolo...
- E você mandou ver né, seu esfomeado. – Disse Brian.
- Vermes, minhocas...
- Que coisa horrível. – Disse Ana Clara.
- Zumbis, mãos que apareciam debaixo do chão...
- Que medo! – Disse Arthur.
- O gordão ficou lá por 18 minutos, agora, qual de nós dois vai ir? – Disse Brian para Ana Clara.
- Vai você porque eu não vou mais.
- O que é Ana, tá com medo, Ana está com medo, Ana está com medo, pó, pó, pó... – Brian dançava imitando uma galinha. – Pó, pó, pó...
- Tá certo, chegar! Seu negro idiota!
- Que isso Ana Clara, não precisa disso, faz o seguinte, vai lá e mostra que você é melhor que ele. – Disse Maria Luísa.
- É o que eu vou fazer. – Disse Ana Clara.
Ana Clara vai até a casa.
- É isso aí, vai lá, empoderada. – Disse Maria Luísa.
Os garotos olham para Maria Luísa.
- O que foi? Mulheres são fortes!
Ana Clara entra na casa e sobe direto na escada, a cada passo de Ana Clara, a escada rangia transmitindo um barulho que ardia em seu ouvido, ela entra em um dos quartos, havia uma cama de casal e ao lado havia uma cadeira, no outro lago havia uma escrivaninha e acima desta, um abajur que ficava piscando.
- O abajur deve estar com defeito.
Ana Clara senti um cheiro fétido de defunto, ela chega mais perto para ver o que é, e encontra sangue no chão, se assusta, mas olha em baixo da cama e vê uma pessoa morta estava debaixo daquela cama de casal, era uma menininha.
Ana Clara solta um grito e corre para sair daquele quarto, mas a porta se fecha trancando-a lá, ela pede por socorro, mas ninguém atende, a luz do quarto fica acendendo e apagando, sem parar, Ana Clara vê a sua frente imagens do passado... Ana Clara vê a garotinha sendo atacada por cobras, várias cobras cobriam seu corpo atacando-a, mordendo sua cabeça, cravando seus venenos em suas veias, a garotinha gritava de dor, de horror, não demorou muito para que exalasse o seu último suspiro...
- Meu Deus! Então foi assim que ela morreu!
Ana Clara ouve uma gargalhada horripilante que causa calafrios em seu corpo.
- Uma garotinha, há, há, há... Vamos brincar de boneca? – Disse Morfeu que aparecera a sua frente. – Bonecas assassinas!
Várias bonecas apareciam para atacar Ana Clara, bonecas com olhos vermelhos que usavam uma faca nas mãos...
- Você vai morrer... Você vai morrer... – Diziam as bonecas.
- Nunca mais vou brincar de boneca. – Disse Ana Clara.
Ana Clara consegue abrir a porta e sair daquele quarto, ela desce as escadas e chega até a porta da entrada da casa, ela tenta abrir a porta para sair, mas a porta estava trancada, as bonecas aparecem, e Ana Clara vai chutando as bonecas que voam para longe, mas quanto mais bonecas ela chutava, mais bonecas apareciam, mas ela não se cansava de chutar, e de repente, bonecas caem do teto atingindo Ana Clara na cabeça, ela cai no chão e as bonecas assassinas vão subindo em cima de Ana Clara que já estava indefesa. As bonecas vão golpeando Ana Clara dando-lhe facadas em seu corpo, ela grita por socorro, mas ninguém aparece, a cada facada que ela recebia, era sangue que espirrava de seu corpo.
- Fácil demais. – Disse Morfeu. – Você não tem graça, não gostei da brincadeira.
As bonecas desaparecem, a porta se abre e Ana Clara sai toda ensanguentada. Brian olha nos olhos vermelhos de Morfeu e treme de pavor.
- O que aconteceu lá? Ana Clara. – Pergunta Maria Luísa.
- Uma garotinha... Cobras... Bonecas... Assassinas... Um monstro horrível...
- Acho melhor a gente parar por aqui, né pessoal? – Pergunta Brian.
- O que é Brian, tá tremendo na base agora? – Diz Arthur.
- Você vai entrar lá, assim como todos nós. – Disse Felipe.
- Foi você que começou tudo isso, você que inventou esse desafio. – Disse Maria Luísa.
- Um monstro horrível... Assassinas... Bonecas... Cobras... Uma garotinha... – Dizia Ana Clara.
- Então é assim, isso é um motim? – Diz Brian.
- Que história é essa de motim? Você fez a gente ir lá, agora você também vai. – Disse Arthur.
Tá bem, tá bem, a doida ali aguentou 15 minutos, eu vou aguentar mais que todos vocês juntos, seus perdedores. – Disse Brian.
Brian, o garoto negro, entra na casa assombrada.
- Ei, criatura, monstro, fantasma, ou seja lá o que você é, apareça, vamos bater um papo, falar sobre a vida, essas coisas... – Diz Brian.
Ninguém responde, Brian anda pela casa e nota que há muitas teias de aranha nas paredes, e que era uma casa muito suja e empoeirada, parecia que ninguém fazia uma boa faxina naquele lugar há séculos. Brian teve vontade de ir ao banheiro e procurou até encontrar, ao terminar de fazer suas necessidades, ele se olha no espelho do banheiro, e viu sangue escorrer sobre o espelho.
- O que está acontecendo?
Ele tanta abrir a porta para sair do banheiro, mas a porta está trancada. Ele ouve uma risada diabólica que rasga seus ouvidos de terror. Sangue caia sobre o chuveiro ao em vez de água, o teto ficou rubro-negro, denso, um liquido preto, espesso caia do teto, em gotas como se fosse chuva. Finalmente a porta se abre e ele consegue sair, Brian corre até a entrada da casa e tenta abrir a porta para sair de lá, mas não consegue abri-la.
De repente, fios pretos aparecem vindos do teto, fios que se prendem ao corpo de Brian, em seus braços e em suas pernas, Brian olha para cima e vê, um rosto assustador, uma criatura horrorosa com mãos afiadas e olhos vermelhos que brilhavam na escuridão estava suspensa no teto e controlava os fios que se prendiam a Brian, fazendo o garoto de marionete. A criatura ri mostrando seus dentes afiados.
- Uma marionete! Uma brincadeira legal para se brincar com garotos que gostam de controlar seus próprios amigos. – Disse Morfeu.
Brian grita de medo, Morfeu controla os fios pretos e faz o garoto se bater dando socos em si mesmo.
- Por que está se batendo em si mesmo, bonequinho? Há, há, há... Porque é divertido! – Morfeu se divertia com a situação, se divertia com o medo que provocava nas pessoas, principalmente se fossem crianças, pois brincar assustando crianças era mais divertido.
Morfeu fez Brian se golpear tantas fezes que a boca dele começou a sangrar, Morfeu parou de agredir o garoto quando este, perdeu um dente. A porta se abre, Brian pega o dente que caíra no chão e corre o mais rápido possível para sair dali...
- Volte sempre, o cliente sempre tem razão, não esqueça de chamar mais de seus amigos para vir brincar comigo, seu mais novo amigo, Morfeu! – Dizia Morfeu.
As crianças olhavam para a porta e viam ali, Morfeu, a entidade-fantasma de mãos afiadas e olhos vermelhos que brilhavam na escuridão, asas negras aparecem em volta de Morfeu e a porta se fecha...
Brian estava com a boca ensanguentada e segurava um dente em sua mão direita.
- O que é isso, Brian, está guardando esse dente para a fada do dente? – Arthur debochava do amigo.
- O que aconteceu com você lá? Brian. – Pergunta Maria Luísa.
- Banheiro... Espelho... Chuveiro... Sangue... Fios pretos... Marionete... Rosto bizarro... Dentes afiados... Mãos afiadas... Olhos vermelhos...
- Agora é a vez dele de ficar maluco. – Debochada Ana Clara.
- Você apenas teve o que mereceu, a culpa é sua, como foi o gostinho do medo? Aposto que foi amargamente picante, um fel cortando sua alma e quebrando sua espinha de pavor. – Disse Felipe.
- Dopamina, endorfina, adrenalina... – Dizia Maria Luísa.
- Você ficou por lá, uns 12 minutos, ou seja, você, Brian, é o mais medroso. – Disse Arthur.
- O Arthur e a Maria Luísa ficaram lá por mais tempo, ou seja, os dois são os mais corajosos. – Disse Ana Clara.
- Ganhamos Arthur! – Maria Luísa e Arthur comemoravam.
- A gente podia fazer isso mais vezes. – Disse Felipe.
Todos olhavam assustados, e caíram na gargalhada, menos Brian, que saiu correndo de medo...
As 5 crianças continuaram se falando, e sempre comentavam sobre suas experiências na casa assombrada, Arthur e Maria Luísa ficaram namorados e juntos escreviam vários contos de terror que assombravam os colegas da escola, Felipe mudou sua alimentação, fazia caminhada e exercícios e ficou magro, Ana Clara jogou todas as suas bonecas no lixo, agora ela jogava futebol com os garotos, e sempre dizia que seria jogadora de futebol e jogaria na seleção feminina do Brasil. Brian ficou com depressão e seus pais o levaram para os psicólogos e psiquiatras, pois ele dizia coisas desconexas, coisas que seus pais não entendiam, coisas como um monstro com dentes afiados e mãos afiadas, com olhos vermelhos que brilhavam na escuridão...



Leia aqui a primeira Parte: A casa assombrada 1

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