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Crítica | Knights of Sidonia | Série Netflix

Knights of Sidonia (シドニアの騎士, Shidonia no Kishi) 
É uma série de mangá escrita e ilustrada por Nihei Tsutomu. Foi serializada na revista Afternoon da editora Kodansha entre abril de 2009 e setembro de 2015. O mangá está sendo publicado no Brasil pela editora JBC. Uma adaptação do mangá em uma série de anime produzida pelo estúdio Polygon Pictures estreou em abril até junho de 2014, e a segunda temporada foi ao ar em abril até junho de 2015 com o nome Knights of Sidonia: Battle for Planet Nine. Ambas as temporadas foram exibidas dubladas em português na Netflix logo depois do final de suas exibições no Japão.
História


A história segue as aventuras de Nagate Tanikaze, que viveu na camada subterrânea de Sidonia desde o nascimento, criado por seu avô. Nunca encontrando ninguém, ele treinou em um velho simulador de piloto Guardião todos os dias, tentando dominá-lo. Após a morte de seu avô, ele é encontrado pelo resto da população e selecionado como piloto Guardião, na esperança de defender Sidonia do ataque do Gauna usando suas habilidades de combate em circulação.

Cenário

A história se passa em um futuro distante, mil anos após os humanos fugirem da Terra depois dela ter sido destruída por monstros alienígenas com metamorfoses gigantescas chamados Gauna (奇居子(ガウナ)), a bordo de naves espaciais enormes criadas a partir dos restos do planeta. Uma das naves referida é Sidonia, que desenvolveu sua própria cultura humana baseada na do Japão, onde a Clonagem humana, Reprodução assexuada, engenharia humana, controle do híbrido humano/animal mutações e a Fotossíntese humana são comuns, e é sem dúvida o último assentamento humano, permanecendo desconhecido o destino de outras naves.
Pouco se sabe sobre a verdadeira natureza de Gauna ou suas razões para atacar a humanidade. Cada Gauna tem seu núcleo protegido por uma enorme massa de um material quase inexpugnável conhecido como "placenta" (胞衣, ena), e uma vez que a placenta é derramado longe e o núcleo é ferido além do reparo, o corpo do Gauna se desintegra.
Sidonia é defendida por grandes armas mecanizadas chamadas Guardians (衛人, Morito) cujo armamento e mobilidade é alimentado por "Partículas de Higgs" (ヘイグス粒子, Heigusu Ryūshi), armado com um canhão de alta potência para ataques de longo alcance e uma lâmina especial conhecida como "Kabizashi" para combate corpo a corpo, que é feito de um material indescritível que pode facilmente destruir o núcleo de um Gauna. A maioria das pessoas na população humana sobrevivente são selecionadas e treinadas como pilotos da Guarda em uma idade jovem, como eles são mostrados para serem capaz de os pilotar.

Mangá
O mangá foi escrito e ilustrador por Nihei Tsutomu. Ele estreou na revista Kodansha e Afternoon na edição de junho em 2009. Desde então, 15 Tankōbon foram lançados. Em abril de 2016, a editora brasileira JBC começo a publicação do mangá com periodicidade bimestral, terminando em março de 2018.

Anime

A série de anime, foi produzida pelo estúdio Polygon Pictures, que estreou dia 11 de abril e até 26 de junho de 2014, no canal japonês Mainichi Broadcasting System e depois na TBS, Chubu-Nippon Broadcasting e BS-TBS. A série foi dirigida por Kobun Shizuno, assistida por Hiroyuki Seshita, com o roteiro adaptado por Sadayuki Murai e o design de personagem feito por Yuki Moriyama. O tema de abertura se chama "Sidonia" cantado por Angela e o tema de encerramento se chama "Show" (掌) cantado por Eri Kitamura. A segunda temporada estreiou no dia 10 de Abril de 2015 com o nome de Sidonia no Kishi: Dai-kyū Wakusei Sen'eki.


Fonte: Wikipédia

Opinião do Blogueiro:
Após terminar a segunda temporada de Star Trek Discovery foi eu me aventurar a assistir este anime, por recomendação de um Geek que sabe do que esta falando. E fui eu sem traumas e neuras querer assistir, algo científico, com naves espaciais e que demonstrasse um futuro longínquo.
Gostei. Assisti as duas temporadas que estão disponíveis na plataforma Netflix, aliás, por comodidade me atenho a assistir somente o que estiver lá.

Kanikase, Gauna, Rosa escarlate, Placenta foram palavras que ficaram fortes nos meus pensamentos naquele período.
Mais ou menos assim: Sobrou um pedaço da terra (um fragmento mesmo) e fizeram uma grandiosa nave, quase uma estação espacial, acho que não seria uma estação pelo fato do deslocamento. Algo retangular e com população. 

Neste cenário que parece bom, os jovens são meio que obrigados a se prepararem para serem cadetes e soldados que tripularão uma especie de maquina acoplável onde se unem a outros jovens com maquinas acopláveis, para combater as tão temíveis especies alienígenas que querem dizimar aquele resto de humanidade.

O seriado com este enredo básico e complexo, deixa ação em todos os capítulos, e não há folego. Sabe aqueles filmes que somente um irá sobreviver? É mais ou menos por aí.
Um fluxo de pessoas morrendo.
E mais adiante o protagonista do seriado, vai em todas as missões para a morte. E volta em cada uma delas.
Os conceitos científicos são bem interessantes, eles vestem um traje que digamos faz um balanço de massa fechado naquele corpo, assim pareceu-me. Outro fato interessante é as pessoas precisarem viverem com um EPI de segurança naquela nave, tipo qualquer momento pode perder a gravidade, e uma turbulência os faria serem jogados, para isto através de um talabarte fixam na estrutura do 'planeta'.
A mocinha morre no começo do anime e 'torna-se' deste modo a rosa escarlate. Ou seja, o alienígena suga a mocinha e a coloca no seu sistema.

O que não entendi muito bem foi uma ursa falante.
Enfim, recomendo. Outro personagem a parte foi a música, muito bem colocada nos episódios na abertura. Assisti sempre as aberturas pela musica bem interessante.


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