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Bolsonaro e Haddad na distopia Brasil

Olá a todos, hoje vou comentar um pouquinho a mais sobre politica, é interessante tais comentários que são guardados aqui, num futuro posso consultar e ver como era o passado, pois o futuro parece-me uma distopia. Quando digo que parece que vivemos uma distopia não é um tanto absurdo.Vamos a um exemplo de distopia.
Estes tempos atrás assisti pela net um seriado onde digamos o assunto proposto eram aquelas práticas nazistas de extermínio ao extremo. Contos de Aia.

E Hoje estamos no Segundo Turno da eleição no Brasil.

O que uma coisa tem haver com a outra?

— O Tom da campanha eleitoral de 2018 dos presidenciáveis.

O povo não tá nem aí pra sustentabilidade que a Marina falava na campanha. Aliás, o povo não quer saber de ficar ciente que o cocô da vaca esta poluindo o planeta.
O povo só se divertiu com as profecias do cabo Daciolo.
E também deu altas gargalhadas com o Meireles que queria de todos os modos que chamassem ele.
E o Alvaro Dias que parecia a Ana Maria Braga de tanta plástica.

Agora no Segundo turno a divisão esta feita.

— Somos os Bolsonetes que vamos exterminar na bala a violência.


— Somos os Ptzetis que vamos cuidar pra que o bolsa família nunca seja extinguido.


Um esfaqueado tentando ganhar a eleição e o outro do time do Lula, Lula leia aqui preso por corrupção.

Na entrevista da Globo um dia após ao resultado para o segundo turno. Veio o Bonner e a Renata confrontando os candidatos sobre: trocando em miúdos, não transformar o Brasil numa Venezuela.

Pensando assim, sem fake News mas especulando tal qual um futuro distópico.

Há um candidato, que precisa tirar o Painho da prisão.
E há o outro que precisa tirar a Anitta e o Pablo Vittar de circulação.

— Que tom de campanha acabamos por instaurar minha gente!

Aguardando a cena dos próximos capítulos desta Distopia com o nome: Eleição.
Crônicas de um Velho Jovem

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